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07 novembro 2008
Há 54 anos na Casa Branca...
... Franklin Delano Roosevelt foi eleito presidente dos Estados Unidos pela quarta vez, em 1944. Ele também foi o primeiro presidente a conseguir mais de dois mandatos e será o único devido à 22ª Emenda, que estabeleceu o máximo de dois mandatos para cada eleito à presidência americana.

Precedido por Herbert Hoover e sucedido por Harry S. Truman, Roosevelt, após ter ocupado o cargo de governador em seu estado natal, Nova Iorque, foi eleito presidente dos Estados Unidos pela primeira vez em 1932. Reeleito em 1936, manteve-se até o fim do segundo mandato, apesar das divergências e desacordos com a Suprema Corte. Na seqüência, tentou algo inimaginável: concorrer e vencer as eleições de 1940. E alcançou seu objetivo, governando durante o conturbado período da Segunda Guerra Mundial. As medidas que Roosevelt tomou em relação à Guerra ainda o levaram a um quarto mandato, iniciado em 1944 e interrompido em 1945 com a sua morte.
Durante seu governo, Roosevelt foi o responsável pela entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial após o ataque à base naval de Pearl Harbor. Esse presidente também foi fundamental na recuperação dos Estados Unidos após a “Crise de 29”, ou “Grande Depressão”, através de uma listagem de medidas que aprovou, conhecidas como New Deal (cuja tradução literal em português seria "novo acordo" ou "novo trato"). Essa série de programas viabilizou melhores condições de trabalho aos norte-americanos, o alcance de metas militares e industriais e a chegada da energia elétrica e da modernidade às regiões mais pobres do país.
No atual cenário da política norte-americana, com a recente eleição de Barack Obama para a presidência, há uma grande expectativa de que este líder, assim como Roosevelt, consiga recuperar a economia do país, o qual está passando pela crise econômica mais grave desde a de 1929.
Postado por Anônimo às 00:36 0 comentários
Marcadores: Estados Unidos, Internacional, Política, Segunda Guerra Mundial
02 outubro 2008
Há 16 anos na política do Brasil...
Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você. Esse é um clichê bem apropriado pra essa época de eleições municipais. Mas em um passado não muito distante, fizemos uma escolha não muito certa e em uma instância política bem maior. Depois de 21 anos de ditadura e 4 anos com um presidente eleito de forma indireta, tivemos nosso direito ao voto livre e direto permitido pela Constituição de 88, que a proprósito vai completar 20 anos de promulgação dia 5.
Em 1989, ocorreram eleições federais e estaduais nas quais foi eleito o primeiro presidente eleito por voto popular, nosso colega de profissão, o jornalista Fernando Afonso Collor de Mello, então com 40 anos de idade. Seu governo se caracterizou por uma cor: a preta. Foram decretados pacotes econômicos insucedidos e ocorreram diversos escândalos de corrupção, como o caso PC Farias. Nesse panorama, o povo, principalmente os estudantes Caras-pintadas, foi às ruas pedindo a cabeça do presidente e a Câmara dos Deputados autorizou a abertura do processo de Impeachment (lê-se impíetimam). O processo recebeu grande aprovação mas Collor preferiu renunciar no dia 02 de Outubro de 1992 às doze horas e trinta minutos. Era o fim de 2 anos, 06 meses e 17 dias de governo. Confira abaixo como foi a retirada do Palácio do Planalto.
Em 1989, ocorreram eleições federais e estaduais nas quais foi eleito o primeiro presidente eleito por voto popular, nosso colega de profissão, o jornalista Fernando Afonso Collor de Mello, então com 40 anos de idade. Seu governo se caracterizou por uma cor: a preta. Foram decretados pacotes econômicos insucedidos e ocorreram diversos escândalos de corrupção, como o caso PC Farias. Nesse panorama, o povo, principalmente os estudantes Caras-pintadas, foi às ruas pedindo a cabeça do presidente e a Câmara dos Deputados autorizou a abertura do processo de Impeachment (lê-se impíetimam). O processo recebeu grande aprovação mas Collor preferiu renunciar no dia 02 de Outubro de 1992 às doze horas e trinta minutos. Era o fim de 2 anos, 06 meses e 17 dias de governo. Confira abaixo como foi a retirada do Palácio do Planalto.
Quem ficou no seu lugar foi o vice Itamar Franco, depois Fernando Henrique Cardoso e finalmente Luís Inácio Lula da Silva. Mesmo com o processo de Impeachment, que cassou seus direitos políticos por oito anos, até 2000, Collor continuou na política e hoje é senador pelo PTB-Alagoas. Para se dedicar à campanha do filho e do primo nas cidades desse estado, ele tirou uma licença de 3 meses antes das eleições 2008.
Postado por Anônimo às 11:46 0 comentários
Marcadores: Brasil, Collor, Impeachment, Política
30 setembro 2008
Há 59 anos na política...
Estima-se que desde a Dinastia Yin, há cerca de 3000 anos a.C., a nação chinesa tenha baseado o seu desenvolvimento em um postura de isolamento. Essa atitude, que acabou sendo responsável por uma visão sinocêntrica do mundo, pode ser atribuída, entre outros fatores, à sua grande força econômica, política e cultural em relação às tribos vizinhas.
Conforme o passar do tempo, contudo, nações ocidentais, que não viam na China uma força superior, acabaram a enfrentando e, por conseqüência, diminuindo a dominação que essa exercia em relação às demais regiões.
Para manter-se em uma situação que fosse novamente favorável, a civilização oriental começou a buscar uma posição de destaque internacional. Para isso, apoiou-se em projetos de fortalecimento interno. Em 1912, o Governo Republicano foi instalado na China.
Já no dia 1° de outubro de 1949, há exatos 59 anos, ocorre a fundação da República Popular da China, Mao Tse-Tung, eleito o seu primeiro presidente, dá continuidade ao sonho de devolver a China o seu caráter de potência, já que na época ela era um país atrasado em termos econômicos e industriais.
A República Popular da China, desde a sua concepção, baseou-se na reforma agrária e no controle da economia pelo estado. Determinadas medidas, tomadas pelo governo, tinham como objetivo manter essa estrutura e proporcionar o desenvolvimento esperado. O Plano Qüinqüenal, a modelo das Repúblicas Soviéticas, a Campanha do Desabrochar de Cem Flores e a Política do Grande Salto Adiante foram algumas delas.
O fracasso dessa última política, entretanto, acaba causando o afastamento de Mao Tse-Tung do governo. Além disso, os conflitos com a União Soviética e a aproximação diplomática dos Estados Unidos permitem que, em 1984, seja proposto o princípio dos dois sistemas econômicos em paralelo.
Ancorada, assim, em uma economia que permanece controlada pelo Estado, mas que é, ao mesmo tempo, voltada para o capital internacional, podendo ser dita mista, a República Popular da China é, atualmente, a quarta maior potência econômica, em relação ao Produto Interno Bruto.
Aponta-se a nação chinesa como a próxima grande potência. Isso é uma previsão. O que já é factual, contudo, é a grande força que ela vem obtendo. São séculos de história, de lutas, de conquistas. Houve derrotas. Houve perdas. Agora, a China está crescendo e apenas com o passar dos anos saberemos até onde ela poderá chegar.
Postado por Felipe Viero Kolinski Machado às 02:29 0 comentários
Marcadores: China, Internacional, Política
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